
PEDRO R. TRILHO
Biografia de Pedro R. Trilho
Pedro R. Trilho é um escritor e criador português, do Barreiro. A ligação à leitura começou cedo, ainda na adolescência, e foi precisamente desse fascínio pelos livros que nasceu a vontade de escrever. Aos 13 anos, começou por inventar pequenas histórias de terror para divertir os colegas de escola. Pouco depois, aos 15, teve a ideia de escrever o seu primeiro livro. Esse projeto perdeu-se com a avaria do computador onde guardava todo o trabalho, mas a vontade de contar histórias nunca desapareceu por completo.
Anos mais tarde, voltou a aproximar-se da escrita através de novas experiências e tentativas, até que, em 2019, surgiu a ideia que acabaria por mudar tudo. Procurava uma história sobre dois rapazes que se apaixonavam, uma história que unisse emoção, inocência, humor e dureza, sem fugir às realidades e às dificuldades enfrentadas por quem vive fora das normas impostas. Ao não encontrar exatamente o livro que imaginava, decidiu escrevê-lo.
Foi assim que nasceu o seu primeiro romance, um projeto desenvolvido ao longo de vários anos, com múltiplos rascunhos, revisões e uma profunda entrega emocional. Mais do que um romance, a obra representa um percurso de crescimento, persistência e descoberta, tanto para as personagens como para o próprio autor. A sua escrita procura explorar relações humanas complexas, vulnerabilidade, identidade, memória e os conflitos silenciosos que marcam a juventude.
Pedro R. Trilho escreve movido pela vontade de criar histórias que toquem o leitor de forma íntima e duradoura. Interessa-lhe especialmente construir personagens emocionalmente vivas, relações intensas e narrativas que cruzem ternura, dor, humor e verdade. O seu trabalho insere-se sobretudo no universo do young adult, do coming-of-age e do romance LGBTQ+, sempre com atenção ao lado humano, imperfeito e real de cada história.
Hoje, a escrita continua a ser o centro do seu percurso criativo. Cada novo projeto nasce do desejo de dar forma a emoções difíceis de explicar, mas fáceis de reconhecer. Porque, para Pedro Trilho, escrever nunca foi apenas inventar histórias. Foi sempre uma forma de procurar sentido, deixar rasto e aproximar-se, palavra a palavra, daquilo que realmente importa.